Palestra sobre Outubro Rosa e Prata
No dia 8 de outubro, ocorreu uma palestra no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Sílvio Leite, visando promover a saúde da mulher. O evento contou com a participação de integrantes dos projetos Cabelos de Prata e Conviver, que receberam orientações sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. A atividade foi conduzida por profissionais da equipe de enfermagem da Unidade Básica de Saúde (UBS) Dr. Dimitri Ramos Grandez de Araújo.
A palestra incluiu dinâmicas que utilizaram mamas artificiais para ensinar o autoexame às participantes. A atividade destacou não apenas a prevenção do câncer de mama, mas também abordou a campanha Outubro Prata, que é dedicada à valorização e proteção dos idosos.
Dinâmicas de autoexame e prevenção
As dinâmicas realizadas durante a palestra tiveram como foco a valorização da vida e a promoção da saúde da mulher, especialmente na melhor idade. A enfermeira Keila da Silva enfatizou a importância do autoexame e apresentou métodos de diagnóstico como a ultrassonografia e a mamografia. Ela ainda comentou que, apesar do câncer de mama ter uma faixa etária predominante, ele pode afetar mulheres de qualquer idade.

Durante a apresentação, as participantes também aprenderam sobre a realização do autoexame nas áreas das mamas, axilas e outras regiões que podem apresentar sinais de alerta. Keila destacou a necessidade de conhecimento sobre os sinais atípicos que podem indicar a presença de câncer, ressaltando que a mamografia é apenas uma das formas de avaliação.
A história inspiradora de Maria Inês, uma participante de 67 anos e sobrevivente do câncer de mama, foi compartilhada. Ela falou sobre sua experiência de diagnóstico e tratamento, incentivando outras mulheres a manterem o acompanhamento médico regular e a realizarem os exames preventivos necessários. Maria Inês expressou sua gratidão pela vida e a importância do monitoramento contínuo da saúde.
Outra participante, Maria Sampaio, de 74 anos, também elogiou a iniciativa e declarou seu interesse em aprender mais sobre saúde, mesmo sem ter enfrentado a doença. Ela relatou que, embora não tenha tido câncer de mama, tem uma vizinha que passou pela condição e está bem, o que a estimula a continuar se informando sobre a saúde da mulher e a importância da prevenção.


